Piso ruim em centro de distribuição ou fábrica costuma ficar para depois por um motivo: ninguém quer parar a operação. Dá para fazer a obra com o galpão funcionando, desde que ela seja planejada em torno da rotina do armazém.
Dividir a área em setores
Em vez de fechar o galpão inteiro, a área é dividida em setores menores. Cada setor é executado e liberado antes de a equipe passar para o próximo. A operação continua no restante do galpão.
Trabalhar quando a operação é menor
Em muitas operações, a noite tem menos movimento. Executar cada setor no período noturno reduz o impacto sobre a expedição e o recebimento.
Fazer o tempo de liberação caber na janela
Todo sistema de piso precisa de um tempo antes de receber tráfego. Esse tempo varia com o sistema e com a temperatura do ambiente. Ele precisa caber na janela que a operação oferece, e isso é definido antes de a obra começar.
Combinar a sequência com quem opera
A ordem dos setores é combinada com o time de operação: quais corredores fecham em cada noite, por onde as empilhadeiras desviam e para onde vai o estoque que precisa sair da área.
Quando vale fazer só a recuperação
Nem todo piso precisa ser refeito. Quando o dano está concentrado em juntas, cantos ou trechos específicos, a recuperação desses pontos pode resolver. A visita técnica mostra qual das duas opções faz sentido.
Veja também: piso para centros de distribuição e obras realizadas.
